Quando é chegado o Tempo Intransponível, que descerra sobre o mundo o seu Anel “não passarás”, todos os Signos das Idades são precipitados sobre a Terra, e os antigos Sendeiros confluem todos n’Um Só.
Então, uma Arca é pedida para realizar a Travessia da Aurora -uma Arca de Luz, a serviço da preservação da Vida e da renovação do Mundo.

Uma tripulação de Iniciados é chamada e uma semente da Humanidade é convocada para ingressar na Arca. No seu bojo, velam pelo “Pramantha a Luzir” nos horizontes da Terra, a nova Matesis da raça nascente.
A gestação do Futuro terá assim lugar.


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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Peregrinos do Amanhecer: a Missão da Arca


Nunca são muitos aqueles que alcançam uma visão correta das coisas, pois grande é a distorção que a percepção dos fatos recebe, quando o ser humano se vê só e sem uma orientação superior. As crenças e as descrenças cegas dominam a humanidade, muito acima do conhecimento equilibrado que conduz com segurança das trevas para a luz, através da realização criteriosa dos nobres signos da Iniciação.
Este fato quase levou o Buda a desistir de pregar e de ensinar o dharma (a Verdade), e quando inspirado por Brahma ele se decidiu a fazer, sabia que seria apenas para alguns poucos. Jesus também afirmou que estreita é a porta da salvação, e larga é a porta da perdição.
Por isto são necessárias as Escolas Iniciáticas, como guardiãs das grandes revelações que renovam a face da Terra, sucedidas em plena “meia noite dos tempos”. E é por isto também que se criam as religiões, a fim de adaptar as grandes idéias para muitos, porque a prática espiritual e mesmo o entendimentos das verdades maiores apenas é acessível a poucos, e a humanidade necessita ser preparada para a sua própria renovação. Os seguidores das Escolas da Aurora, sabem que são portadores de uma Chama preciosa, capaz de renovar a tocha da revelação para todos, e assim fazer a humanidade vir a retomar a sua caminhada de ascensão.

O Monte Ararat: a Escola atlante de Iniciação


Para isto, a mensagem levada ao mundo deve ser sempre dupla: salvação & iniciação, ordem e missão, povo e elite. Porque uma coisa não pode sobreviver sem a outra. É na terra fértil, que se colocam as boas sementes: não basta apenas uma das coisas, como bem sabe todo o lavrador experiente. Conhecimento, sabedoria e compaixão, formam o tripé da espiritualidade universal. Por isto, a arca que navegou durante o Dilúvio, tinha tão poucos tripulantes, mas estava repleta em seus porões de “representantes” de todos os seres vivos sobre a face da Terra, permitindo assim refazer a vida em lugar seguro, quando as chuvas parassem e as águas finalmente começassem a descer. Em outras palavras, quando se alcançasse uma situação segura, longe da cultura das massas. Porque muitas vezes nós realmente não podemos esperar que o mal saia de nós: nós mesmos é que temos que tomar a decisão de sair do meio dele. Esta é a grande forma prescrita para a renovação do mundo, a fórmula dos Semeadores do Porvir.

Semeando o alvorecer

São raras as grandes revelações que alcançam um efeito imediato de transformar as sociedades, até porque estas revelações necessitam acontecer num momento de ampla escuridão, porque são elas justamente que dão o pontapé inicial para a mudança das coisas. O Sol pode tardar horas para surgir na alvorada, mas a sua jornada teve início bem antes, lutando para vencer as trevas. Por isto os pioneiros devem ter um valor especial, contando muitas vezes mais é com a fé e a determinação para criar o novo, afinal será esta a sua forma de antecipar as coisas, semeando o futuro na época do mundo em que lhes foi dado viver. Mesmo assim, eles sabem que a alegria de ser um semeador é única.
É preciso criar um alicerce para a difusão universal da luz, disseminando o conhecimento entre os mais preparados, que tenderão a buscar refúgio nos núcleos que semeiam a esperança dentro de um mundo em transformação, sendo muitas vezes convidados um a um, como um verdadeiro trabalho de formiguinhas.
Assim, quando o Cristianismo e o Budismo finalmente se tornaram uma religião de Estado, é porque estas idéias foram sendo incubadas por alguns séculos no seio das sociedades, a partir da ação organizada dos mosteiros que resgataram os preceitos da Civilização em crise, seja a romana, seja a indiana.
A idéia da Religião-de-Estado pode até nos soar hoje como algo indesejável, considerando a necessidade da renovação dos valores. Porém, uma vez que os novos valores estejam claramente definidos, eles necessitarão ser institucionalizados para que se difundam solidamente pelo mundo e não corram o risco de se perder, porque afinal o normal é o novo enfrentar oposição e resistência. Estamos falando afinal da própria luz e da renovação das coisas, pois uma coisa é realizar um esforço espontâneo mais ou menos incipiente, e outra é poder contar com a poderosa máquina de um Estado para auxiliar a difundir as idéias luminosas, que cada vez mais pessoas começam a descobrir e a desejar conhecer melhor. A Religião-de-Estado nasce, na realidade, a partir de um contexto renovador, como numa espécie de democracia de amplo consenso.
Quem não gostaria, afinal, que valores cada vez mais vitais como a Ecologia, viessem a ser endossados pelo Estado? Quem mais deteria os instrumentos eficazes para exercer o controle da destruição e os meios para difundir uma nova educação? É claro que como tudo o mais, o Estado também é uma faca-de-dois-gumes, por isto é que ele necessita ser encampado ciclicamente por novas forças sociais, mais exatamente, pelas classes em ascensão histórica, que carregam vivas a chama do seu idealismo, dentro de ciclo que não podem todavia ultrapassar os duzentos anos de duração -sobretudo quando se trata da formação das estruturas sociais. Isto significa que os tempos que correm, ainda demandam consolidar a sua cultura voltada para a segurança social.
Contudo, todo isto nasce sempre através de movimentos underground “subterrâneos”, ou por medidas out-siders inovadoras, nascidas entre os mais ousados e determinados, videntes e guerreiros que optaram por uma “via alternativa” de viver, quiçá humilde e despojada, sabendo também que chegará a hora de realizar a alternância final, na hora da Grande Virada que, não obstante, poderá tardar até alguns séculos.
Muitas vezes aquilo que eles verão, não será sequer as luzes da aurora, mas apenas o prolongamento da noite, demonstrando que as trevas são mesmo profundas, o que pode servir de confirmação para o acerto das suas decisões, e uma segurança de que a mudança e a renovação está em curso. Porque afinal, não há noite eterna e sem fim.
Então, estes videntes da meia-noite devem se unir em torno do fogo para se aquecerem nas suas jornadas, trocar informações sobre os tempos e dos caminhos, e rumar daí para os portos seguros a fim de se abastecer de novas esperanças, e daí seguir nas suas rotas seguindo sempre a Estrela do Alvorecer, para não virem a se perder nos mares tenebrosos, porque o Sol nunca está mesmo muito distante dela.

As medidas da Arca: o Pramantha universal

O conhecimento sagrado é, muitas vezes, uma busca através de pistas. O grande sábio Saint Yves d’Alveydre foi o codificador do Arqueômetro, uma peça canônica de sínteses. Ele interpreta o nome do seu grande tema de duas formas: “Medidas originais” (arqueus) e “medidas do Sol”, pois arkas é um dos nomes do Sol em sânscrito, ou da deidade solar que é um símbolo do todo, da unidade e do Pramantha.
A Arca-Matra, “medida da Arca” ou “medida canônica”, o Arqueômetro, é a Arca-Mãe, o Templo dos sagrados Mistérios. O Sanctum é a Arca como Escola Iniciática, e o Sanctum Sanctorum é a Arca como fulcro da Revelação e receptáculo da Tábua de Leis. Formam juntos a Nave e o Altar do Templo, e também se pode relacionar aos Mistérios Maiores e aos Mistérios Menores.
A Arca de Noé é um símbolo clássico da tarefa racial dos Manus, os mentores da civilização, de implantação dos cânones evolutivos de evolução; visando dar origem ao cumprimento de um novo arco do Eón.
Quando Deus chamou Noé para construir a sua arca, lhe foram fornecidas inclusive as medidas que ela deveria ter, a fim de nela caber todos que deveriam ser transportados, e também poder suportar todo o curso da sua jornada. “Disse Deus a Noé que a Arca deveria ter 50 côvados de largura, 300 côvados de comprimento, e 30 côvados de altura, em suas três dimensões, com uma cabine de três andares acima de tudo. A porta seria no lado e a janela no alto.” (“Os Mistérios Antigos”, LAWS) Abaixo, podemos visualizar melhor esta questão.

Estes valores são, positivamente, a própria essência das coisas e das metas de evolução, o Arcanos da Evolução, o “Pramantha a luzir” desde o céu da revelação; enfim, a conjugação dos Mistérios Menores da Humanidade com os Mistérios Maiores da Hierarquia.
Vejamos então a simbologia destas medidas, percebendo que as medida da Arca da Aliança de Moisés, tampouco eram diferentes. O comprimento da arca representa a duração do tempo a ser cumprido, que é de 300 anos, como tardaram o Budismo e o Cristianismo para se formar como Civilizações. As outras medidas indicam já as metas espirituais a serem buscadas dentro da Arca da Iniciação: a “altura” representa a evolução da Humanidade (3ª Iniciação, Hamsa, Cavaleiro), e a “largura” significa a evolução da Hierarquia (5a iniciação, Asekha, Adepto).
Quanto aos valores literais 30 e 50, correspondem aos prazos dos Programas de Iniciação dentro de cada centro, sendo de 30 anos (ciclo de Saturno, cruz espiritual) para a Hierarquia e de 50 anos (“Fogo Novo”, jubileu) para a Humanidade. A aparente inversão de valores, se deve ao intercâmbio de cânones que os dois centros sempre experimentaram, tendo em vista o seu entrelaçamento.
Existe ainda uma medida em relação à arca, que não está colocada nas suas proporções tridimensionais, mas sim no prazo declarado da sua navegação, que é o valor 40, entremeado o 30e o 50 das suas medidas de altura e largura. Com isto se fecha uma brecha, se completa a estrutura do Triângulo pitagórico e integra a Tríade espiritual. A lacuna existente entre os graus da Humanidade (3º grau, neste caso) e da “coroa” da Hierarquia (o 5º grau, no caso), compõe a elite sagrada dos Apóstolos (os Arhats), sendo também chamado de “Harmonizadores Planetários”, aqueles que fazem uma “ponte cultural” entre a Humanidade e a Hierarquia, sendo também designados como “os Servidores da Loja”, em contraparte com o grau humano dos “Servidores do Mundo”. No caso, corresponde aos Arhats ou Arahats, daí ter pousado a nave de Noé nos Montes Ararats, sede da Loja atlante situada nas coordenadas de 40 graus absolutos, surgindo o “arco-íris” da Hierarquia que faz a ponte entre as sombras terrenas e a luz celeste, base prática da Nova Aliança entre Deus e a Humanidade.
Por fim, os três andares da cabine, indicam o nível da elevação social mínima a ser percorrida pela nova raça, traduzida no plano do comando da nave na forma da sagrada Sinarquia trina, o “Governo conjunto” representativo dos níveis sociais. A Loja Árya (Agartha, Asgard, Meru) foi a terceira Dinastia sagrada emanada por Shambala, daí o Hermes Trismegisto, a doutrina trina de Mercúrio ou do mental tríplice. Note-se então a profunda harmonia do contexto. E o domínio quase absoluto do valor 3, considerando inclusive que dentro do setenário sagrado (o valor 5 ocupa a terceira posição na ordem inversa). Sucede então que se trata aqui de um cânone racial de evolução, destinado à terceira humanidade em evolução, que foi a 5ª Raça-raiz, a Árya, sucessora das raças Lemuriana e Atlante.
De fato, este Cânone maior dos tempos, define então toda uma conjuntura de evolução, não somente em termos diretamente espirituais, imprimindo o padrão dos ritos e as metas de iniciação, como também as formulações de tempo e espaço, como é a natureza dos calendários e as regiões geográficas a serem instaladas as sociedades. Daí a importância do rito ternário áryo, os calendários solares de 30 dias mensais (por vezes com decanatos ao invés de semanas) e uma opção preferencial pelo paralelo 30. Outro tanto se poderia alcançar pela análise do Cânone dual atlante, e daí por diante.
Por esta razão é que, ao chegar ao Monte Ararat (sede da Loja árya dos Arhats), se descortina um arco-íris no céu para anunciar o novo Pacto entre Deus e a Humanidade, através da organização da nova Hierarquia de Luz. Pois a Arca é para aqueles que aceitaram evoluir através do chamado de serem mediadores entre o céu e a terra, como “colunas vivas do templo de Deus”, servindo a um só tempo a Deus e à Humanidade.
Como Jonas na Baleia, a Arca navegou 40 dias e noites (símbolo de uma geração, quarenta anos, um tema claro no Êxodo do Sinai), e seus passageiros também são discípulos da luz: é a metáfora de ionah ou a pomba (discípulo) na arca, que é enviada para encontrar por fim a terra firme da consciência, coisa que o corvo (noviço) não alcançou. Eis que a nova Arca também contempla uma Baleia...
Morro da Baleia, Jardim de Maitreya, Alto Paraíso
Ora, os nossos tempos são novamente de refundação racial, de modo que os seus cânones devem agora evoluir. Estes novos padrões já são inteiramente conhecidos hoje, e se sabe também que já estavam anunciados nas profecias, através de símbolos que correspondem ao da Arca, como são o Templo e a Cidade sagrada –no caso, se trata da “Jerusalém celeste” do Apocalipse de São João, destinada a descer dos céus como uma nova revelação. A profecia descreve então as medidas desta cidadela mística na forma de um cubo.
O que significa isto? Representa o novo Pramantha, a arca da Nova Aliança divina, o cânone de evolução renovado, codificado na fórmula 4:6 do cubo, de “estrutura” com 6 lados e “conjuntura” com 4 faces. Ou seja: Iniciações de 4º grau para a Humanidade (Arhats, Taras), e Iniciações de 6º grau para a Hierarquia (Chohans, Ishwaris). O tema também aparece na imagem das hierofanias, como nos Seres sagrados (querubins) com quatro faces e seis asas.
Significando também, neste caso, que a nova Arca deve ser preparada para suportar um período de 400 anos, porque as crises de iniciação são sempre progressivamente maiores. Neste caso, se trabalhará também com os cânones do Apocalipse, baseado no valor 12, e não mais no valor 8 áryo (trata-se de Noé e seus três filhos Sem, Cam e Jafé, com as respectivas esposas). São os novos 12 coordenadores da Arca (ou, na prática, 12+12, considerando o grupo-de-ascensão e o grupo-de-sucessão),* e os seus 144 mil “passageiros”, os eleitos que “aguardam sob o altar” pelos últimos acontecimentos, aqueles que escolheram servir a Deus e à evolução do mundo, como auxiliares da salvação universal.
Assim, se fôssemos declarar as “medidas” da nova Arca como veículo do Pramantha renovado, e nos termos análogos à arca de Noé, adaptados à nova raça, ela teria as seguintes proporções:
Comprimento = 400 côvados: 400 anos de manutenção mínima até se formar a Civilização.
Altura = 40 côvados: 40 anos para um Adepto alcançar a iniciação sêxtuple (Chohan) no novo ashram de Shambala, Albion.
Largura = 60 côvados: 60 anos para um Iniciado alcançar a iniciação quaternária (Arhat) na nova raça-raiz.
Tempo = 50 dias: os Apóstolos Asekhas ou de quintessência, os novos “Harmonizadores Planetários”.
Cabine = 4 pisos: a Sinarquia tetrárquica, com representantes das quatro classes sociais.
Com isto, temos uma planificação para a Sociedade, para o Estado, para a Religião e para a Civilização. Note a concordância perfeita com os prazos do Projeto-Exodus, para a eclosão da nova Raça-raiz segundo o Calendário Cronocrator, destinada a ocorre ao cabo do milênio atual, embora a fase da Arca corresponda já ao período preparatório e de transição, dentro da nova Era solar. Esta medida tem analogia com os prazos da navegação da arca de Noé por 40 dias e do Êxodo mosaico de 40 anos no deserto, e não deixa de ser da mesma forma, um cânone geral & final da evolução quaternária humana, o próprio Pramantha da Consumação...
É chegada a hora, pois, de descerrar os mistérios do Cubo, que são de um lado os Mistérios do Coração (almas-gêmeas & iluminação) para a Humanidade, e de outro lado os Mistérios da Ascensão (compaixão & cosmificação) para a Hierarquia. A Arca não se reduz a transmissão de alguns Arcanos sagrados, que até podem ser objeto de fetiche dos seus passageiros. Mas sim a buscar a experiência viva destas Chaves, destinadas a fazer a transição dos arcos do Tempo, ou a recolocar em movimento a roda do dharma em sua nova volta de evolução.
Os viajantes da Arca, são aqueles que se esforçam para cumprir este expresso objetivo de evolução, o qual permitirá à humanidade safar-se do caos olhando para algo novo, capaz de restaurar todo o bem e ainda renovar as coisas, porque a crise se deve acima de tudo, ao vazio deixado pelo desgaste das coisas já vividas e assimiladas. É preciso avançar, e é por isto que existem as revelações, das quais haverá na verdade somente mais uma, a do Kalki Avatar, antes que termine todo o ciclo humano de evolução e a Terra se destine aos elevados espaços da Ascensão –sempre à condição, é certo, de cumprir adequadamente todas as suas tarefas e assentar as bases necessárias.
Cabe cumprir mais uma vez, portanto, a recriação cíclica das coisas, valendo observar, neste caso, que o novo cânone racial já representa o próprio Pramantha cósmico da evolução humana no seu conjunto, porque a humanidade é o Quarto Reino da Natureza e agora é chegada a sua quarta e ultima etapa de formação racial, na implantação de toda uma civilização espiritual. É a chegada do quarto e último Cavalo do Sol, que permitirá elevar a Merkabah terrestre aos céus da iluminação.



* Ver mais sobre esta dinâmica grupal (baseada nos ensinamentos de Carlos Castañeda) em nossas obras “Merkabah – a Cúpula de Cristal” e na trilogia “A Tradição Tolteca”.

Um comentário:

  1. Caro amigo, acabo de conhecer um pouco do trabalho da Escola Agartha e deste blog "Arca do Tempo", confesso que trouxe grande alegria, como se há tempos aguardasse um sinal de que não estava só, é difícil por em palavras pois a compreensão não é racional apenas, é anímica, mas devo dizer que reconheço este saber e pretendo aprender e poder trocar mais, conhecer as práticas e trabalhar por esse NOvo Tempo e essa Nova Terra. Sou um buscador e um peregrino em busca do "Segundo Sol"
    forte abraço
    Marcio Cassoni
    um guardião do Tempo

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